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Como aliviar a dor aguda?

Você já bateu o dedinho com força no pé da cama? Torceu o pé? Teve dor de ouvido? Dor de dente? Cólica menstrual? Prendeu o dedo na porta?

Tudo isso dói demais e é exemplo de dor aguda! A gente xinga, mas a dor não passa. Nem dá para pensar direito. Por isso quem está próximo deve ajudar. E é importante saber o que fazer, para não atrapalhar ou piorar ainda mais a situação.

Mas… fazer o quê?

A dor aguda tem duas situações mais frequentes: a primeira, por causa de traumas como batidas, topadas, torções e a segunda em órgãos internos como dor de ouvido, cólica menstrual ou dor de dente.

Se é o caso de uma queda, batida, topada ou torção o primeiro cuidado é ver se não há nada quebrado. Se houver sinal visível de que há uma fratura ou se a pessoa não consegue movimentar o membro afetado, então não mexa em nada. Mantenha a pessoa no local, imobilizada, e chame imediatamente o serviço médico de urgência que saberá como conduzir o caso.

Nos casos de topada ou entorse, fica mais fácil. Coloque gelo com o cuidado de proteger a pele. Para isso, enrole os cubos em um pano, como o de prato, por exemplo. No início, o gelo pode incomodar, mas é excelente pois ajuda a controlar o inchaço e melhora bastante a dor. No caso de um ferimento que está sangrando muito, comprima o local com um pano seco e limpo. Uma toalha, por exemplo. A compressão também ajuda a atenuar a dor.

Nas dores internas como dor de ouvido, de dente ou na cólica menstrual funciona bastante fazer uma compressa morna. O calor promove a vasodilatação e isso ajuda a diminuir a inflamação. Nestes casos analgésicos podem estar indicados. Eles não atuam na causa da dor, mas aliviam bastante.  Importante saber, porém, que toda medicação deve ser sempre orientada pelo médico. Se a dor em órgãos internos for muito intensa, converse com seu médico ou vá direto a um Pronto Socorro para receber as orientações corretas.

Publicado por Dra. Ana Escobar
Dra. Ana Escobar (CRM 48084 | RQE 88268) é médica pediatra formada pela FMUSP (Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo), pela qual também obteve Doutorado e Livre Docência no Departamento de Pediatria.

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