10/05/2018 23:15h

Quando ser muito indeciso vira um problema?

Compro ou não compro esta blusa? Vou embora desta festa ou fico mais um pouco? Falo ou não falo? Aceito ou não este emprego? Mudo ou não de cidade?

Todos os dias tomamos pequenas decisões e às vezes, temos que decidir algo que irá determinar nossa vida para sempre.

É normal ter dúvidas sobre o que fazer em determinado momento. Cada opção escolhida pode dar certo. Ou não. Mas o resultado da opção, a maioria das vezes, só ficamos sabendo depois. E quantas vezes não dá vontade de voltar no tempo, só para imaginar o que teria acontecido se tivéssemos tomado a outra decisão, não é mesmo?

A liberdade de optar entre uma coisa ou outra envolve, necessariamente, assumir a responsabilidade da escolha. Decidiu mudar de emprego e de cidade? Tudo certo, mas vamos ter que aceitar e bancar a escolha feita, certa ou não tão certa assim. Pelo menos até nos defrontarmos com outra decisão. Ou indecisão.

Há pessoas decididas, que sabem tudo o que querem (e também o que não querem). Assim como há pessoas mais ou menos indecisas. Até um determinado ponto, isso é perfeitamente compreensível. Porém, algumas são indecisas demais. Não conseguem decidir e muitas vezes chegam a ficar paralisadas no tempo e no espaço, com medo de que a decisão errada traga cobrança, desconforto, sofrimento e muito arrependimento.

Pensando nas consequências não conseguem se decidir. Ou pedem que outros decidam por elas, criando uma relação de dependência que não faz bem. A situação pode ficar ainda mais delicada quando a autoestima e o amor próprio diminuem. A pessoa se julga menos do que os outros e isso dificulta mais ainda decidir, imobilizando as ações, afetando a rotina e a capacidade produtiva. Neste caso é melhor procurar ajuda profissional.

Não se sinta menos que os outros. Procure ajuda. Decida a favor de você mesmo!